Ver, Saber, Fazer e não Fazer
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Francisco do Vale
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2/06/2010
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Etiquetas: Desenho Urbano, Insegurança, Política, Porto
Ver, Saber e Fazer
DEDUÇÃO:
Em primeiro... só para alguns!
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Francisco do Vale
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2/04/2010
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Etiquetas: Desenho Urbano, Estacionamentos, Porto
Ver, Saber e não Fazer
DEDUÇÃO:
Só falta saber... Primeiro em quê?
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2/04/2010
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Etiquetas: Desenho Urbano, Política, Porto
Fazer, fazendo vs Fazer, pensando...
DEDUÇÃO:
Tanto... E tão mal.
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2/04/2010
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Etiquetas: Paisagismo, Política, Ponte da Barca
Fazer, fazendo vs Fazer, pensando


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2/04/2010
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Etiquetas: Politica, Ponte da Barca, Portugal
"Passeio com Johnny Guitar", 1995. João César Monteiro
Nomeado para a Palma de Ouro pela melhor curta-metragem.
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2/03/2010
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Etiquetas: Cinema e Arquitectura
O "crime urbanístico"
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Francisco do Vale
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1/29/2010
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Etiquetas: Actualidade/Crítica, Desenho Urbano, Legislação, Planeamento Territorial, Portugal
Flea Market - A Ladra do Norte
Vou lá estar, e... vou vender uns chapéus bem bonitos (à japonesa)! Apareçam.
http://www.thisisthespot.eu/
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1/28/2010
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Etiquetas: Feiras, Porto, Vendas e Trocas
Praça de Santo Ildefonso, Porto. Arq. Fernando Távora

Veja mais AQUI.
«A Revolução Portugueza - O 31 De Janeiro»
in Bibliotheca Historica (Popular e Illustrada) III [Por Jorge D'Abreu], Link:
http://www.gutenberg.org/files/29484/29484-h/29484-h.htm
Porto 1891 - Edição da Casa Alfredo David 1912, [consultado em 2010-01-27].
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Francisco do Vale
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1/27/2010
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Etiquetas: Arq. Fernando Távora, Desenho Urbano, Política, Porto, Reconstuções
Casa em Chur, Suiça 2003. Arq. Patrick Gartmann (CBG - Conzett, Bronzini, Gartmann)

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1/27/2010
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The xx - Basic Space
Don't look away when there's nothin'there
I'm setting us in stone
Piece by piece before I'm alone ...
Mais Informação:
http://en.wikipedia.org/wiki/The_xx
http://www.myspace.com/thexx
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1/26/2010
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Etiquetas: Música
Reconstrução de uma Habitação, Chamoson. Suiça 2004/05. Arq. Laurent Savioz






Fotografias: Thomas Jantscher, Colombier/CH
Arq. Laurent Savioz Site: http://www.loar.ch/
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1/25/2010
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Etiquetas: Arq. Laurent Savio, Casas, Reconstuções
Cursos superiores "à la carte "
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1/25/2010
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Complexo Paroquial "Stella Maris". Porto Recanati. Arq. Corrado Scagliarini



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1/24/2010
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Etiquetas: Equipamentos, Igrejas, Itália
Gladstone Gallery 21st Street, New York. Selldorf Architect



Mais informação:
http://www.selldorf.com/
http://www.selldorf.com/selected_projects/art/barbaragladstone2.htm
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1/23/2010
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Etiquetas: América, Equipamentos, Galerias
Museu de Arquitectura Insel Hombroich, Neus. Alemanha 05/08. Arq. Álvaro Siza Vieira




www.inselhombroich.de
http://nl.wikipedia.org/wiki/Museum_Insel_Hombroich
http://www.finsterwalderarchitekten.com/
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1/23/2010
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Etiquetas: Alemanha, Arq. Álvaro Siza Vieira, Museus
Morreu Agostinho Ricca, Arquitecto.
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1/22/2010
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Etiquetas: Arq. Agostinho Ricca, Obituário
"Um terço dos portugueses sem meios para ter casa quente"
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1/20/2010
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Linha de metro vai atravessar Parque da Cidade à superfície

METRO DO PORTO - LINHA DO CAMPO ALEGRE
"Embora tenha sido ponderada a possibilidade de atravessar o Parque da Cidade através de uma solução em viaduto, optou-se pelo atravessamento à superfície", pode ler-se no resumo não técnico do estudo de Impacto de Ambiental, que se encontra em discussão pública até ao dia 22 de Fevereiro. A possibilidade de enterrar a linha no parque não foi sequer tida em conta no estudo.
O texto também dá como assente o enterramento do canal na Rua de Brito Capelo, em Matosinhos, seguindo a vontade da Autarquia, mas prevê a transformação de toda aquela artéria em zona pedonal (ler texto ao lado).
Fonte da Metro do Porto garantiu ao JN que nada está decidido. Mas assumiu que a empresa pediu um estudo com uma solução à superfície para o Parque da Cidade e outra enterrada para Matosinhos-Sul porque entendeu serem as mais acertadas e para que as indefinições naqueles troços não atrasassem mais o lançamento do concurso. No início do mês, o presidente da Metro, Ricardo Fonseca, admitiu que o concurso para a segunda fase da rede, na qual se inclui a linha do Campo Alegre, poderá avançar em Abril.
Se a Câmara do Porto não aceitar o atravessamento à superfície no Parque da Cidade - a aprovação do Executivo é indispensável para o lançamento do concurso - terá de ser feito um aditamento ao estudo de impacto ambiental específico para aquele troço, referiu a Metro do Porto.
O estudo, de Dezembro de 2009, conclui que com o traçado à superfície "consegue-se uma valorização muito interessante de um espaço que ainda não foi absorvido pelo Parque e que está no exterior do seu projecto original". O metro deverá seguir em vale, próximo do mar, protegido por encostas e muros de contenção. Estão previstas duas travessias sobre a linha e passagens de nível na zona da estação, que ficará próxima do Castelo do Queijo.
A estação do Parque e a do Fluvial serão as únicas a céu aberto. A linha será construída maioritariamente no subsolo, mas arranca à superfície, num troço de 200 metros. Depois enterra na estação de Matosinhos-Sul e segue até ao Parque da Cidade, cruzando a Praça Cidade S. Salvador (rotunda da anémona), sempre debaixo de terra. Emerge no parque e volta a afundar antes de cruzar a Avenida da Boavista, onde seguirá no subsolo da futura via Nun' Alvares. As composições só voltam a ver a luz natural na zona do Fluvial, onde o túnel era impossível devido à passagem da ribeira da Granja. A linha volta a enterrar antes de chegar à estação de Lordelo e assim continua até um pouco depois da estação Faculdade de Letras. Ali será construído um viaduto para o metro passar sobre a Rua de D. Pedro V e o vale da Rua dos Moinhos, após o qual volta a enterrar até S. Bento."
"Linha de metro vai atravessar Parque da Cidade à superfície"
in "Jornal de Notícias" [Por INÊS SCHRECK],
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1473968
20 Janeiro 2010, [consultado em 2010-01-20].
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1/20/2010
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Etiquetas: Desenho Urbano, Planeamento Territorial, Porto, Transportes
Morreu Éric Rohmer

ÉRIC ROHMER, CINEASTA FRANCÊS
(Nancy, 4 de abril de 1920 — Paris, 11 de janeiro de 2010)
Mais informação em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Eric_Rohmer
http://en.wikipedia.org/wiki/Éric_Rohmer
http://www.imdb.com/name/nm0006445/
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1/12/2010
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Etiquetas: Cinema e Arquitectura, Obituário
The Freeconomy Community
"The Freeconomy Community's aim is to help reconnect people in their local communities through the simple act of sharing. Not only is sharing our resources better for the environment, it saves you money and builds friendships with those people who live closest to you. It is what we call a WIN-WIN-WIN situation.
Everything is shared for FREE on Freeconomy, and no money changes hands between members.
We do not use advertising, we receive no donations or income from the website and it is completely free to join, forever. Why? Just for the love of it!"
Um pouco à semelhança do "Banco de Tempo", esta é uma tentativa de abolir o dinheiro nas relações sociais, de modo a criar a base de uma sociedade mais generosa, menos consumista, no fundo mais humana, cumprindo-se. Para tal é preciso acreditar na partilha, na parcimónia, na interdependência, e no princípio básico que todos temos algo para oferecer, e trocar.
Conectados forma-se consequentemente uma rede social, local, de intercâmbios de bens e serviços, negociados sem uso de moeda e sem o objectivo de lucro.
Mais informação:
http://www.justfortheloveofit.org/home
http://en.wikipedia.org/wiki/The_freeconomy_community
http://en.wikipedia.org/wiki/LETS
http://www.greenlivingtips.com/blogs/173/Freeconomy-community.html
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Gente/Interior.aspx?content_id=1466566
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1/11/2010
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As Grandes Pirâmides de Bósnia. Verdade ou Mentira?
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1/08/2010
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Etiquetas: Arqueologia
Tarra Tower, Almere - Holanda 2002. MVRDV


Mais informação em:
http://www.mvrdv.nl/#/opslag/51tot100/098parkrandbuilding/
http://www.archiweb.cz/buildings.php?type=1&action=show&id=2317
Fotografias retiradas do seguinte sitio online (06dez.2010):
http://www.mvrdv.nl/
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1/08/2010
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Etiquetas: Equipamentos, MVRDV
Bug Dome, Shenzhen - China 2009. WEAK! (Arq. Marco Casagrande, Roan Ching-yueh, Hsieh Ying-chun)
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1/07/2010
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Etiquetas: China, Equipamentos, Instalações Temporárias, Ásia
Dubai. Inaugurada torre mais alta do mundo

BURJ DUBAI, 828 METROS
A torre mais alta do Planeta
Fotografia:
Associated Press
http://www.ap.org/
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1/05/2010
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Etiquetas: Médio Oriente, Torres
"Brincar na Rua"
BRINCAR NA RUA
Fonte:
"Brincar na Rua", Entevista a Carlos Neto
in "Notícias Magazine nº759" [Por Carla Maia de Almeida],
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1/04/2010
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Etiquetas: Actualidade/Crítica, Brincar, Opinião, Pensamento
2010
Era branca com cunhais em granito rude, mas perfeitamente cinzelado; esmero que se destacava mais no arco de entrada, mais alto do que largo, mas mesmo assim estreito. A sala era povoada por pequenas mesas de madeira com buracos e dobras para coisas e afins; com tampos de madeira e pés metálicos, nos quais encaixavam num só gesto os bancos que partilhavamos com um colega certo, nem sempre o mais certo.
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1/03/2010
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Etiquetas: Francisco do Vale
A crise do espírito (1919), de Paul Valery (1871-1945)
PREMIÈRE LETTRE
Nous avions entendu parler de mondes disparus tout entiers, d’empires coulés à pic avec tous leurs hommes et tous leurs engins; descendus au fond inexplorable des siècles avec leurs dieux et leurs lois, leurs académies et leurs sciences pures et appliquées, avec leurs grammaires, leurs dictionnaires, leurs classiques, leurs romantiques et leurs symbolistes, leurs critiques et les critiques de leurs critiques. Nous savions bien que toute la terre apparente est faite de cendres, que la cendre signifie quelque chose. Nous apercevions à travers l’épaisseur de l’histoire, les fantômes d’immenses navires qui furent chargés de richesse et d’esprit. Nous ne pouvions pas les compter. Mais ces naufrages, après tout, n’étaient pas notre affaire.
Élam, Ninive, Babylone étaient de beaux noms vagues, et la ruine totale de ces mondes avait aussi peu de signification pour nous que leur existence même. Mais France, Angleterre, Russie... ce seraient aussi de beaux noms. Lusitania aussi est un beau nom. Et nous voyons maintenant que l’abîme de l’histoire est assez grand pour tout le monde. Nous sentons qu’une civilisation a la même fragilité qu’une vie. Les circonstances qui enverraient les œuvres de Keats et celles de Baudelaire rejoindre les œuvres de Ménandre ne sont plus du tout inconcevables : elles sont dans les journaux.
Ce n’est pas tout. La brûlante leçon est plus complète encore. Il n’a pas suffi à notre génération d’apprendre par sa propre expérience comment les plus belles choses et les plus antiques, et les plus formidables et les mieux ordonnées sont périssables par accident; elle a vu, dans l’ordre de la pensée, du sens commun, et du sentiment, se produire des phénomènes extraordinaires, des réalisations brusques de paradoxes, des déceptions brutales de l’évidence.
Je n’en citerai qu’un exemple : les grandes vertus des peuples allemands ont engendré plus de maux que l’oisiveté jamais n’a créé de vices. Nous avons vu, de nos yeux vu, le travail consciencieux, l’instruction la plus solide, la discipline et l’application les plus sérieuses, adaptés à d’épouvantables desseins.
Tant d’horreurs n’auraient pas été possibles sans tant de vertus. Il a fallu, sans doute, beaucoup de science pour tuer tant d’hommes, dissiper tant de biens, anéantir tant de villes en si peu de temps; mais il a fallu non moins de qualités morales. Savoir et Devoir, vous êtes donc suspects?
Ainsi la Persépolis spirituelle n’est pas moins ravagée que la Suse matérielle. Tout ne s’est pas perdu, mais tout s’est senti périr.
Un frisson extraordinaire a couru la moelle de l’Europe. Elle a senti, par tous ses noyaux pensants, qu’elle ne se reconnaissait plus, qu’elle cessait de se ressembler, qu’elle allait perdre conscience — une conscience acquise par des siècles de malheurs supportables, par des milliers d’hommes du premier ordre, par des chances géographiques, ethniques, historiques innombrables.
Alors, — comme pour une défense désespérée de son être et de son avoir physiologiques, toute sa mémoire lui est revenue confusément. Ses grands hommes et ses grands livres lui sont remontés pêle-mêle. Jamais on n’a tant lu, ni si passionnément que pendant la guerre: demandez aux libraires. Jamais on n’a tant prié, ni si profondément : demandez aux prêtres. On a évoque tous les sauveurs, les fondateurs, les protecteurs, les martyrs, les héros, les pères des patries, les saintes héroïnes, les poètes nationaux...
Et dans le même désordre mental, à l’appel de la même angoisse, l’Europe cultivée a subi la reviviscence rapide de ses innombrables pensées : dogmes, philosophies, idéaux hétérogènes; les trois cents manières d’expliquer le Monde, les mille et une nuances du christianisme, les deux douzaines de positivismes : tout le spectre de la lumière intellectuelle a étalé ses couleurs incompatibles, éclairant d’une étrange lueur contradictoire l’agonie de l’âme européenne. Tandis que les inventeurs cherchaient fiévreusement dans leurs images, dans les annales des guerres d’autrefois, les moyens de se défaire des fils de fer barbelés, de déjouer les sous-marins ou de paralyser les vols d’avions, l’âme invoquait à la fois toutes les incantations qu’elle savait, considérait sérieusement les plus bizarres prophéties; elle se cherchait des refuges, des indices, des consolations dans le registre entier des souvenirs, des actes antérieurs, des attitudes ancestrales. Et ce sont là les produits connus de l’anxiété, les entreprises désordonnées du cerveau qui court du réel au cauchemar et retourne du cauchemar au réel, affolé comme le rat tombé dans la trappe...
La crise militaire est peut-être finie. La crise économique est visible dans toute sa force; mais la crise intellectuelle, plus subtile, et qui, par sa nature même, prend les apparences les plus trompeuses (puisqu’elle se passe dans le royaume même de la dissimulation), cette crise laisse difficilement saisir son véritable point, sa phase.
Personne ne peut dire ce qui demain sera mort ou vivant en littérature, en philosophie, en esthétique. Nul ne sait encore quelles idées et quels modes d’expression seront inscrits sur la liste des pertes, quelles nouveautés seront proclamées.
L’espoir, certes, demeure et chante à demi-voix :
Et cum vorandi vicerit libidinem
Late triumphet imperator spiritus
Mais l’espoir n’est que la méfiance de l’être à l’égard des prévisions précises de son esprit. Il suggère que toute conclusion défavorable à l’être doit être une erreur de son esprit. Les faits, pourtant, sont clairs et impitoyables. Il y a des milliers de jeunes écrivains et de jeunes artistes qui sont morts. Il y a l’illusion perdue d’une culture européenne et la démonstration de l’impuissance de la connaissance à sauver quoi que ce soit; il y a la science, atteinte mortellement dans ses ambitions morales, et comme déshonorée par la cruauté de ses applications; il y a l’idéalisme, difficilement vainqueur, profondément meurtri, responsable de ses rêves; le réalisme déçu, battu, accablé de crimes et de fautes; la convoitise et le renoncement également bafoués ; les croyances confondues dans les camps, croix contre croix, croissant contre croissant; il y a les sceptiques eux-mêmes désarçonnés par des événements si soudains, si violents, si émouvants, et qui jouent avec nos pensées comme le chat avec la souris, — les sceptiques perdent leurs doutes, les retrouvent, les reperdent, et ne savent plus se servir des mouvements de leur esprit.
L’oscillation du navire a été si forte que les lampes les mieux suspendues se sont à la fin renversées.
Ce qui donne à la crise de l’esprit sa profondeur et sa gravité, c’est l’état dans lequel elle a trouvé le patient.
Je n’ai ni le temps ni la puissance de définir l’état intellectuel de l’Europe en 1914. Et qui oserait tracer un tableau de cet état? Le sujet est immense; il demande des connaissances de tous les ordres, une information infinie. Lorsqu’il s’agit, d’ailleurs, d’un ensemble aussi complexe, la difficulté de reconstituer le passé, même le plus récent, est toute comparable à la difficulté de construire l’avenir, même le plus proche; ou plutôt, c’est la même difficulté. Le prophète est dans le même sac que l’historien. Laissons-les-y.
Mais je n’ai besoin maintenant que du souvenir vague et général de ce qui se pensait à la veille de la guerre, des recherches qui se poursuivaient, des œuvres qui se publiaient.
Si donc je fais abstraction de tout détail et si je me borne à l’impression rapide, et à ce total naturel que donne une perception instantanée, je ne vois — rien ! — Rien, quoique ce fût un rien infiniment riche.
Les physiciens nous enseignent que dans un four porté à l’incandescence, si notre œil pouvait subsister, il ne verrait — rien. Aucune inégalité lumineuse ne demeure et ne distingue les points de l’espace. Cette formidable énergie enfermée aboutit à l’invisibilité, à l’égalité insensible. Or, une égalité de cette espèce n’est autre chose que le désordre à l’état parfait.
Et de quoi était fait ce désordre de notre Europe mentale? — De la libre coexistence dans tous les esprits cultivés des idées les plus dissemblables, des principes de vie et de connaissance les plus opposés. C’est là ce qui caractérise une époque moderne.
Je ne déteste pas de généraliser la notion de moderne et de donner ce nom à certain mode d’existence, au lieu d’en faire un pur synonyme de contemporain. Il y a dans l’histoire des moments et des lieux où nous pourrions nous introduire, nous modernes, sans troubler excessivement l’harmonie de ces temps-là, et sans y paraître des objets infiniment curieux, infiniment visibles, des êtres choquants, dissonants, inassimilables. Où notre entrée ferait le moins de sensation, là nous sommes presque chez nous. Il est clair que la Rome de Trajan, et que l’Alexandrie des Ptolémées nous absorberaient plus facilement que bien des localités moins reculées dans le temps, mais plus spécialisées dans un seul type de mœurs et entièrement consacrées à une seule race, à une seule culture et à un seul système de vie.
Eh bien! l’Europe de 1914 était peut-être arrivée à la limite de ce modernisme. Chaque cerveau d’un certain rang était un carrefour pour toutes les races de l’opinion; tout penseur, une exposition universelle de pensées. Il y avait des œuvres de l’esprit dont la richesse en contrastes et en impulsions contradictoires faisait penser aux effets d’éclairage insensé des capitales de ce temps-là : les yeux brûlent et s’ennuient... Combien de matériaux, combien de travaux, de calculs, de siècles spoliés, combien de vies hétérogènes additionnées a-t-il fallu pour que ce carnaval fût possible et fût intronisé comme forme de la suprême sagesse et triomphe de l’humanité?
Dans tel livre de cette époque — et non des plus médiocres — on trouve, sans aucun effort : — une influence des ballets russes, — un peu du style sombre de Pascal, — beaucoup d’impressions du type Goncourt, quelque chose de Nietzsche, — quelque chose de Rimbaud, — certains effets dus à la fréquentation des peintres, et parfois le ton des publications scientifiques, — le tout parfumé d’un je ne sais quoi de britannique difficile à doser !... Observons, en passant, que dans chacun des composants de cette mixture, on trouverait bien d’autres corps. Inutile de les rechercher : ce serait répéter ce que je viens de dire sur le modernisme, et faire toute l’histoire mentale de l’Europe.
Maintenant, sur une immense terrasse d’Elsinore, qui va de Bâle à Cologne, qui touche aux sables de Nieuport, aux marais de la Somme, aux craies de Champagne, aux granits d’Alsace, — l’Hamlet européen regarde des millions de spectres.
Mais il est un Hamlet intellectuel. Il médite sur la vie et la mort des vérités. Il a pour fantômes tous les objets de nos controverses; il a pour remords tous les titres de notre gloire; il est accablé sous le poids des découvertes, des connaissances, incapable de se reprendre à cette activité illimitée. Il songe à l’ennui de recommencer le passé, à la folie de vouloir innover toujours. Il chancelle entre les deux abîmes, car deux dangers ne cessent de menacer le monde : l’ordre et le désordre.
S’il saisit un crâne, c’est un crâne illustre. — Whose was it ? — Celui-ci fut Lionardo. Il inventa l’homme volant, mais l’homme volant n’a pas précisément servi les intentions de l’inventeur : nous savons que l’homme volant monté sur son grand cygne (il grande uccello sopra del dosso del suo magnio cecero) a, de nos jours, d’autres emplois que d’aller prendre de la neige à la cime des monts pour la jeter, pendant les jours de chaleur, sur le pavé des villes... Et cet autre crâne est celui de Leibniz qui rêva de la paix universelle. Et celui-ci fut Kant, Kant qui genuit Hegel qui genuit Marx qui genuit...
Hamlet ne sait trop que faire de tous ces crânes. Mais s’il les abandonne!... Va-t-il cesser d’être lui-même? Son esprit affreusement clairvoyant contemple le passage de la guerre à la paix. Ce passage est plus obscur, plus dangereux que le passage de la paix à la guerre; tous les peuples en sont troublés. « Et moi, se dit-il, moi, l’intellect européen, que vais-je devenir?... Et qu’est-ce que la paix? La paix est peut-être, l’état de choses dans lequel l’hostilité naturelle des hommes entre eux se manifeste par de créations, au lieu de se traduire par des destructions comme fait la guerre. C’est le temps d’une concurrence créatrice, et de la lutte des productions. Mais Moi, ne suis-je pas fatigué de produire? N’ai-je pas épuisé le désir des tentatives extrêmes et n’ai-je pas abusé des savants mélanges? Faut-il laisser de côté mes devoirs difficiles et mes ambitions transcendantes? Dois-je suivre le mouvement et faire comme Polonius, qui dirige maintenant un grand journal? comme Laertes, qui est quelque part dans l’aviation? comme Rosencrantz, qui fait je ne sais quoi sous un nom russe?
— Adieu, fantômes ! Le monde n’a plus besoin de vous. Ni de moi. Le monde, qui baptise du nom de progrès sa tendance à une précision fatale, cherche à unir aux bienfaits de la vie les avantages de la mort. Une certaine confusion règne encore, mais encore un peu de temps et tout s’éclaircira; nous verrons enfin apparaître le miracle d’une société animale, une parfaite et définitive fourmilière."
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Francisco do Vale
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12/29/2009
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Etiquetas: Paul Valery, Pensamento
ARBEIT MACHT FREI
1.http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=14077
2.http://www.midiaindependente.org/es/blue/2003/11/268433.shtml
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Francisco do Vale
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12/18/2009
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Etiquetas: Francisco do Vale, Nazismo, Pobreza






























